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Igreja Adventista não apoia eventos pró-homossexualidade

segunda-feira, 14 de outubro de 2013 0 comentários

Do Portal Adventista

A Igreja Adventista do Sétimo Dia respeita a livre manifestação das pessoas e a liberdade de expressão, mas ressalta sua posição relacionada a eventos e ações que promovem a homossexualidade. Os adventistas respeitam, não discriminam e amam os homossexuais como filhos de Deus, porém, de acordo com a Bíblia Sagrada, não aceitam a prática homossexual e muito menos a promovem. Por essa razão, não são apoiadores de passeatas, fóruns ou ações que incentivem a homossexualidade.

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Meu comentário - A posição adventista é a mesma de uma grande parte das igrejas evangélicas, mas o que precisa caracterizar o posicionamento de qualquer religião em relação a esse assunto são três aspectos. O primeiro é a coerência com o registro bíblico. Se uma determinada igreja se diz seguidora dos ensinos bíblicos isso deve nortear suas ações e decisões sempre e não pode haver mudança conforme pressões sociais. O segundo aspecto tem a ver com a necessidade de demonstração de amor pautada no respeito e na capacidade de não discriminar qualquer grupo social que seja. É um desafio enorme para as igrejas, mas é necessário. E, por fim, esse tipo de posicionamento pressupõe respeito a quem pensa diferente e não pode atacar, em nenhum momento, o direito de outro se manifestar. Se isso está garantido, creio que temos uma posição equilibrada de uma igreja acerca do assunto, embora a divergência seja inevitável.

ONU vai votar resolução sobre direitos civis dos gays

quinta-feira, 16 de junho de 2011 0 comentários

Agência Estado, 16.06.2011, às 16h40min.

O Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) prepara-se para votar amanhã uma histórica resolução em apoio aos direitos dos homossexuais. A resolução é apoiada pelos Estados Unidos, cuja posição sobre o tema mudou drasticamente depois da chegada de Barack Obama à presidência, em 2009.
Em Washington, funcionários do governo norte-americano disseram hoje acreditar que a medida passará com uma estreita maioria dos votos. Caso tenha sucesso, esta será a primeira resolução em apoio aos direitos dos homossexuais a ser aprovada em um órgão da ONU. As discussões sobre o tema nos fóruns da organização costumam ser bastante polarizadas.
A resolução proposta defende direitos iguais às pessoas independentemente da orientação sexual e manifesta preocupação com a violência e a discriminação contra os gays e lésbicas pelo mundo.

Nota: Com a pretensa tônica de respeito aos direitos dos homossexuais, é muito provável que a Organização das Nações Unidas dê não apenas apoio aos direitos dos homossexsuais, mas à prática homossexual também. É fundamental entender que se tratam de objetivos diferentes. Uma coisa é se defender o direito de uma pessoa ter acesso aos mesmos serviços que outros têm indepedente de sua religião, cor ou sexualidade. Esse direito é lícito, bem como se evitar a agressão ou violência contra qualquer pessoa. Outra coisa é haver uma resolução que defenda o homossexualismo. Se tal resolução tiver essa segunda conotação vai se chocar frontalmente com os ensinos bíblicos defendidos por vários cristãos e mesmo pessoas de outras culturas e crenças que também não consideram correta a prática da homossexualidade. E isso inevitavelmente vai criar um constrangimento entre os cristãos, bem como poderá ser entendido como uma tentativa de tolher a liberdade de quem pensa diferente do assunto. É a mesma questão já bastante discutida aqui no Brasil sobre a liberdade que religiosos querem ter de poder se manifestar livremente contra a homossexualidade sem que tal atitude seja interpretada como crime ou afronta aos direitos de homossexuais. Questão séria.

 
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