QUEM FORAM OS REIS MAGOS?

domingo, 7 de janeiro de 2007 2 comentários


Ellen White, no livro O desejado de todas as nações, páginas 59 e 60.

"Os magos do Oriente eram filósofos. Faziam parte de uma grande e influente classe que incluía homens de nobre nascimento, bem como muitos dos ricos e sábios de sua nação. Entre estes se achavam muitos que abusavam da credulidade do povo. Outros eram homens justos, que estudavam as indicações da Providência na Natureza, sendo honrados por sua integridade e sabedoria. Desses eram os magos que foram em busca de Jesus.
A luz de Deus está sempre brilhando entre as trevas do paganismo. Ao estudarem esses magos o céu estrelado, procurando sondar os mistérios ocultos em seus luminosos caminhos, viram a glória do Criador. Buscando mais claro entendimento, voltaram-se para as Escrituras dos hebreus. Guardados como tesouro havia, em sua própria terra, escritos proféticos, que prediziam a vinda de um mestre divino. Balaão pertencia aos magos, conquanto fosse em tempos profeta de Deus; pelo Espírito Santo predissera a prosperidade de Israel, e o aparecimento do Messias; e suas profecias haviam sido conservadas, de século em século, pela tradição. No Antigo Testamento, porém, a vinda do Salvador era mais claramente revelada. Os magos souberam, com alegria, que Seu advento estava próximo, e que todo o mundo se encheria do conhecimento da glória do Senhor.
Viram os magos uma luz misteriosa nos céus, naquela noite em que a glória de Deus inundara as colinas de Belém. Ao desvanecer-se a luz, surgiu uma luminosa estrela que permaneceu no céu. Não era uma estrela fixa, nem um planeta, e o fenômeno despertou o mais vivo interesse. Aquela estrela era um longínquo grupo de anjos resplandecentes, mas isso os sábios ignoravam. Tiveram, todavia, a impressão de que aquela estrela tinha para eles significado especial. Consultaram sacerdotes e filósofos, e examinaram os rolos dos antigos registros. A profecia de Balaão declarara: "Uma Estrela procederá de Jacó e um cetro subirá de Israel." Núm. 24:17. Teria acaso sido enviada essa singular estrela como precursora do Prometido? Os magos acolheram com agrado a luz da verdade enviada pelo Céu; agora era sobre eles derramada em mais luminosos raios. Foram instruídos em sonhos a ir em busca do recém-nascido Príncipe.
Como Abraão, pela fé, saíra em obediência ao chamado de Deus, "sem saber para onde ia" (Heb. 11:8); como, pela fé Israel seguira a coluna de nuvem até à terra prometida, assim esses gentios saíram à procura do prometido Salvador. Esse país oriental abundava em coisas preciosas, e os magos não se puseram a caminho de mãos vazias. Era costume, a príncipes ou outras personagens de categoria, oferecer presentes como ato de homenagem, e os mais ricos dons proporcionados por aquela região foram levados em oferta Àquele em quem haviam de ser benditas todas as famílias da Terra. Era necessário viajar de noite, a fim de não perderem de vista a estrela; mas os viajantes entretinham as horas proferindo ditos tradicionais e profecias a respeito dAquele a quem buscavam. Em toda parada que faziam para repouso, examinavam as profecias; e neles se aprofundava a convicção de que eram divinamente guiados. Enquanto, como sinal exterior, tinham diante de si a estrela, sentiam interiormente o testemunho do Espírito Santo, que lhes impressionava o coração, inspirando-lhes também esperança. Se bem que longa, a viagem foi feita com alegria".

No dia 06 de janeiro normalmente é comemorado o Dia de Reis em alusão aos reis magos. Acima, portanto, um texto interessante extraído dos livros da escritora cristã Ellen White sobre estes reis que visitaram Jesus Cristo provavelmente não em janeiro e sim em outro período.

SITE SOBRE LIBERDADE RELIGIOSA

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Quem quiser saber mais sobre liberdade religiosa, decisões sobre a garantia do sábado livre, entre outras informações, pode acessar o site www.liberdadereligiosa.org.br. O autor é o ex-deputado federal Marcos Vinícius de Campos.

EUA TOMARÃO DEZ IMPRESSÕES DIGITAIS DE VIAJANTES

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Agência Estado, 07.01.2007.

As autoridades de imigração dos Estados Unidos deverão tomar as dez impressões digitais de todos que entrarem no país para incluí-las em um banco de dados partilhado com o FBI, o que motivou duras críticas de grupos de defesa dos direitos civis. A informação foi publicada hoje pelo dominical britânico The Observer, segundo o qual, em meio à luta contra o terrorismo, os dados obtidos através deste procedimento serão compartilhados com outras agências de segurança. O jornal diz ainda que não haverá qualquer tipo de restrição à utilização das impressões digitais em escala internacional.
Até o momento, nos aeroportos americanos são tomadas apenas duas impressões digitais. A ampliação do procedimento aos outros dedos servirá para tornar os dados de cada visitante compatíveis com o banco de informações do FBI, afirma o jornal. "Vamos começar os testes em vários aeroportos neste verão", confirmou uma porta-voz do Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos.
O plano americano foi duramente criticado pelo grupo britânico de direitos civis Liberty.
"Armazenar as impressões digitais de milhões de passageiros inocentes não servirá para dissuadir potenciais terroristas", afirmou a diretora da ONG, Shami Chakrabarti.
"Essa proposta realmente maníaca transforma milhares de viajantes que respeitam a lei em suspeitos de terrorismo", denunciou Simon Davies, diretor do Privacy International, grupo que também defende a proteção da privacidade.

Aumento do controle sobre as informações pessoais de todo aquele que passa pela principal nação do mundo. Indicativo claro da tentativa de garantir, humanamente, paz e segurança conforme a Bíblia assinala. É, portanto, advertência profética.

OPINIÃO CRIACIONISTA NA REVISTA CIÊNCIA HOJE

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Artigo extraído do blog do jornalista Michelson Borges - www.michelsonborges.blogspot.com


A revista Ciência Hoje de dezembro de 2006 publicou carta do professor Roberto C. de Azevedo sobre os fósseis dos Neandertais, mostrando como o evolucionismo deturpou e desfigurou os seres humanos. Ciência Hoje é uma das mais prestigiosas revistas de divulgação científica do Brasil. A seguir, o texto publicado:

Estamos comemorando neste ano os 150 anos da descoberta do Neandertal, e lemos com atenção o artigo “A trajetória de uma espécie”, referente ao tema, no último exemplar de Ciência Hoje.O Neandertal foi propositalmente tornado um ser simiesco, abrutalhado e pouco inteligente, de corpo recurvado como um antropóide. Marcellin Boule, ajudado por Teillard Chardin, graças às idéias evolucionistas de Darwin, transformaram um ser humano num monstro. Isso porque a teoria assim preconizava. Desprezaram a evidência. E o grotesco ser tornou-se o possível elo de ligação tão necessário à teoria evolucionista.Carl Zimmer, em seu recente livro Smithsonian Intimate Guide to Human Origins, editado em 2005 pelo Smithsonian Books, produzido pela Madison Press Books, exibe em suas primeiras páginas, e repete na página 125, uma foto comparando os esqueletos do Neandertal e do homem moderno. Essa mesma foto apareceu no Brasil neste ano. Veja o artigo de Nicholas Wade (NYT) no jornal O Estado de S. Paulo, sob o título “Cientistas vão seqüenciar DNA dos Neandertais”, de 23/1/2006, A28, informando que a equipe de Svante Paabo seqüenciará o DNA dos Neandertais. Logo em seguida, o jornal Folha de S. Paulo (4/8/2006, A16), sob o título “Humanidade pode ter 5% do Neandertal, sugere DNA”, exibe a mesma foto.O Neandertal, mais atarracado e de capacidade craniana superior, mostra o que a cegueira evolucionista não conseguiu perceber durante 150 anos: os Neandertais eram mais fortes e vigorosos, e com capacidade craniana superior que a dos humanos atuais. Nada de simiesco, abrutalhado e pouco inteligente.Mas durante 150 anos o ensino enganoso da evolução humana deturpada foi ensinado como verdade.

A propósito, Florianópolis sediará o I Encontro Criacionista nos dias 26 e 27 de outubro deste ano. Todos os apreciadores deste blog já podem começar a divulgar esse evento que acontecerá na capital catarinense e terá três grandes profissionais da área de criacionismo no Brasil: o jornalista Michelson Borges, o teólogo e arqueólogo Rodrigo Silva e o geólogo Nahor Neves Jr.

EUA E INGLATERRA COMEÇAM A CORRIDA PELO PETRÓLEO IRAQUIANO

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Felipe Lemos, jornalista e mantenedor deste blog.
Comentarista diário da Rádio Novo Tempo (www.novotempo.org.br/radio) sempre a partir das 12 horas.

Empresas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha poderão ficar com até 75% da riqueza petrolífera do Iraque se uma nova lei, que será apresentada em breve ao Parlamento de Bagdá, for aprovada. A informação foi publicada no final de semana pelo jornal dominical "The Independent of Sunday", que teve acesso a uma minuta da lei, de cuja elaboração o Governo dos Estados Unidos participou diretamente. A lei em questão concede a grandes grupos petroleiros como BP, Shell e Exxon contratos de trinta anos de vigência para extrair petróleo iraquiano e permite a primeira operação em grande escala de empresas ocidentais desde que a indústria foi nacionalizada, em 1972.
A ocupação do Iraque, patrocinada e comandada pelos Estados Unidos, agora começa a mostrar suas verdadeiras intenções. Morto o ditador Saddam Hussein, agora norte-americanos e ingleses vão atrás do que sempre quiseram: o petróleo do Oriente Médio. Aliás, parece que a morte de milhares de soldados americanos e civis em território iraquiano teve apenas a motivação financeira de controle do “ouro negro” e de tudo o que isso envolve. Dia desses, li que estavam investingando quem fotografou a execução de Saddam e pretendiam punir os responsáveis. Ironia das ironias! E quem vai punir os responsáveis pelas mortes de milhares de pessoas inocentes que estavam em suas casas tentando viver dignamente quando foram atingidas por bombas e tiros dados por soldados a serviço da Força de Ocupação? Ninguém! Muito menos a ineficaz ONU e seus dirigentes que se curvam como servos dos presidentes das grandes potências mundiais.
Alguém imagina que o Iraque será melhor porque Saddam Hussein foi enforcado? Estão totalmente enganados! O que vai mudar é o lucro das empresas petroleiras norte-americanas e inglesas. Ou seja, como disse o sábio Salomão, no livro Eclesiastes, nada há de novo debaixo do sol. O velho sistema de colonização e apropriação das posses dos territórios conquistados, que vem desde os tempos egípcios, continua firme e forte. Para desgraça mundial!

PAPAI NOEL, SÃO NICOLAU OU ODIN?

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Artigo de Antonio Luiz M. C. Costa no site Terra Magazine.

Antônio Costa é formado em engenharia de produção e filosofia, fez pós-graduação em economia e é um entusiasta das ciências sociais e naturais. Ex-analista de investimentos, atua no jornalismo desde 1996.

Muitas tradições européias pré-cristãs falam de seres mágicos ou divinos a testar o comportamento dos humanos disfarçados de velhos (ou velhas) pedintes ou andarilhos. Atena faz isso no mito de Aracne, Zeus no de Licaon, Deméter no de Demofonte e Triptólemo. No folclore da Cantábria, isso fazem as anjanas, como já contamos em A Outra Origem de Janaína.
Mas e nos países de língua alemã ou influenciados pelos antigos impérios germânicos, onde a tradição do São Nicolau presenteador se desenvolveu? Ora, na mitologia nórdica e teutônica, quem anda entre os humanos disfarçado de velho andarilho barbudo, munido de capa, chapelão e uma longa vara - exatamente como o Gandalf de "O Senhor dos Anéis", inspirado em seu mito -, é Odin ou Wotan. Esse deus conta com dois ajudantes fiéis: os corvos Hugin e Munin (Pensamento e Memória), que lhe servem de olheiros. Voam sobre as batalhas e lhe dizem quais guerreiros merecerão, ao morrer, ser conduzidos ao Valhalla pelas Valquírias e quais farão companhia, no mundo subterrâneo a Hel - que, apesar de Armando Gimenez, era uma deusa e não um deus, a mesma que, com o nome de Huld ou Holle, também mencionamos no artigo acima referido.
Não é muito difícil imaginar camponeses mal saídos do paganismo germânico e desejosos de conservar uma tradição antiga e querida, a "batizar" o antigo senhor de Asgard, com a complacência de uma Igreja ainda bastante aberta ao sincretismo, com o nome cristão de São Nicolau. E a fazer de seus corvos aqueles ajudantes de preto, tão temidos pelas crianças mal-comportadas.
Isto explica razoavelmente bem, no mínimo, a geografia da tradição. Fora do alcance da mitologia teutônica, a imagem de São Nicolau é bem diferente e são outros atributos de sua lenda os mais recordados. E, se há alguma figura folclórica tradicional a distribuir presentes, tem uma aparência bem diferente. Assim, na Itália, existe a bruxa Befana ou Bifana que, segundo Armando Gimenez, que a recordava com saudade, teria chegado a distribuir presentes também no Brasil:
"A Bifana, segundo a lenda, era uma velha que, no dia de Reis, saía pelas ruas da cidades a entregar presentes aos meninos que tivessem sido bons durante o ano que findara. (...) Depois, com a influência francesa e inglesa em nossas tradições a Epifania ou Bifana foi substituída pelo Papai Noel, a quem muitos estudiosos atribuem uma origem pagã e outros, para disfarçar o sentido comercial da sua presença no dia de Natal, confundem com São Nicolau."
A acusação de paganismo a Papai Noel pode não ser totalmente infundada, como se viu, mas a verdade é que também sua querida Bifana não está isenta disso. Se São Nicolau pode ser Odin em disfarce cristão, La Befana, como se mencionou no artigo sobre Janaína, pode ser Diana, Sácia, Abúndia ou Herodíade, a deusa das feiticeiras italianas - relacionada, como se viu, às janas e anjanas -, sob a máscara católica de uma personificação da Epifania. Como vimos, no século IV o São Nicolau cristão foi o arquiinimigo da Diana (Ártemis) pagã. É uma curiosa ironia se, no século XX, foi uma versão "cristã" de Diana que tenha sido proposta como alternativa "religiosamente correta" ao Papai Noel "pagão". De uma forma ou de outra, os dois continuariam rivais.

Eis uma versão interessante sobre o lado pagão do Papai Noel e de seus similares. Convite à reflexão daqueles que infelizmente não compreendem o nascimento de Jesus Cristo e Sua importância para toda a humanidade.

IGREJA CATÓLICA PAGARÁ 48 MILHÕES DE DÓLARES EM INDENIZAÇÕES

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Terra, 04.01.2007.

A diocese católica de Spokane, no estado de Washington (Estados Unidos), aceitou pagar US$ 48 milhões às vítimas de abusos sexuais supostamente cometidos por alguns de seus sacerdotes.
O juiz federal Gregg Zive anunciou hoje o acordo extrajudicial entre a diocese e os litigantes. A diocese também se comprometeu a uma série de compensações não financeiras.
Além disso, o acordo fixa o procedimento a seguir para futuros processos.
A diocese de Spokane tinha declarado sua falência no início de 2006 para se proteger de processos desse tipo. O bispo William Skylstad comentou então havia mais de 120 processos por abusos sexuais, metade dos quais teria sido cometida por dois de seus sacerdotes.
Skylstad pediu perdão publicamente às vítimas "pelos terríveis prejuízos causados".
Spokane é uma das maiores dioceses do estado de Washington, com cerca de 90 mil fiéis.

 
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