O fim do Euro e declínio financeiro da Europa

terça-feira, 8 de junho de 2010 3 comentários

Pierre Charasse, na Agência Carta Maior

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16673&boletim_id=708&componente_id=11868

Na massa de informações que circula sobre a crise do euro, não é fácil detectar os fenômenos de fundo que se estão produzindo. Por isso, é importante adotar alguma distância, situar essa crise no curso dos acontecimentos dos últimos 20 anos, depois da queda da União Soviética, e projetar uma perspectiva geopolítica de médio a longo prazo. A crise grega confirmou, como se fosse necessário, que a Europa como união política não existe mais.

Nas últimas semanas, a União Européia (UE) revelou ao resto do mundo sua extrema debilidade. O euro não resistiu às ofensivas de todo tipo que sofreu nos últimos meses, apesar de ser a moeda de uma das regiões mais ricas e industrializadas do mundo.

A primeira grande crise financeira mundial da era da globalização evidenciou que a moeda européia não podia aguentar as turbulências do mercado e os ataques especulativos, exatamente porque não tinha um respaldo político sólido e coerente. Os ideólogos ultraliberais que inventaram a moeda européia decidiram aplicar com rigor o princípio do laisser-faire, proibindo aos governos de intervirem nas políticas do Banco Central Europeu (BCE).

Os governos da zona do euro se auto-mutilaram, quando aceitaram o dogma da independência do BCE, renunciando a qualquer possibilidade de submeter as políticas financeiras a condições políticas. Depois de muitas discussões, apresentaram como um grande avanço a decisão de constituir um fundo de resgate de 440 bilhões de euros. E nenhum governo, vendo o desastre social que os planos de ajustes impostos pelo BCE e pelo FMI, quis opor políticas concorrentes à doxa ultraliberal.

O que o público europeu não vê em geral é que, com a intervenção do FMI, os Estados Unidos agora têm direito de intervir na economia européia. Todas as decisões do FMI requerem necessariamente a aprovação do governo estadunidense, se é que não vêm inspiradas diretamente por esse país. Na reforma dos direitos de voto no FMI, anunciada na última Cúpula do G20, os EUA conserva intacta a minoria de controle com 16% dos votos. Pediu-se a UE que reduzisse sua parte para que a cota de países emergentes aumentasse. O presidente Obama exerce plenamente o poder que lhe dá a nova arquitetura financeira internacional, chamada governança mundial, e exige da Grécia e de outros países europeus que baixem os salários de seus funcionários, que reformem o regime de aposentadorias e que diminuam o gasto público em geral. E os europeus obedecem.

Com a crise financeira européia, está se dando um passo a mais no avassalamento da Europa. Com o Tratado de Lisboa, a Europa entregou sua defesa à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN): acabou-se o velho sonho de uma defesa européia independente. E agora, com uma política financeira controlada pelo FMI, a UE renunciou a um pilar essencial de sua independência. Sem a defesa e a moeda, não lhe resta nada para afirmar sua independência dentro do bloco ocidental e frente ao resto do mundo.

Neste contexto, parece lógico que o euro tenda a se aproximar da paridade com o dólar. Fala-se, nos círculos financeiros, de uma possível dolarização da zona do euro. Tecnicamente convém aos países industrializados da Europa, para recuperarem sua competitividade econômica, castigada na última década por um euro forte. Politicamente convém aos Estados Unidos eliminar uma moeda rival do dólar frente a China e a outros países emergentes. Os novos membros da União Européia vêem com muito bons olhos a dolarização da Europa, que seria para eles uma garantia suplementar com que contar, um guarda-chuva estadunidense, como para sua defesa frente a Rússia, seu inimigo de sempre.

O diretor do FMI, Dominique Strauss Khan refere-se com frequência à necessidade de uma moeda mundial, consequência lógica da globalização econômica e financeira. Em Zurique, em 12 de maio, ele fez um chamado a favor da criação de um banco central mundial, com uma moeda mundial. Na França, o Secretário de Estado para a Europa, Pierre Lellouche, militante atlantista incansável, anunciou triunfalmente que no plano monetário se chegou a um mecanismo de solidariedade automática idêntico ao que prevê o artigo 5 do Tratado da OTAN. Com isso, dá-se o último toque à construção de um espaço europeu subsidiário do território estadunidense para formar um bloco perfeitamente homogêneo sob a liderança de Washington. Desde a sua eleição, o presidente Barack Obama pede a seus aliados que cerrem filas para enfrentar as novas ameaças mundiais.

Outro efeito da crise, os planos de ajuste estrutural impostos como remédio, terão como consequência a curto prazo a tatcherização da Europa continental, ou seja, o fim do modelo social europeu. A Grã Bretanha, aliado incondicional dos Estados Unidos, não membro da zona do euro com a libra esterlina, será o grande vencedor dessa crise, com a imposição de seu modelo econômico e financeiro a toda a Europa, e com o fortalecimento da City como praça financeira impermeável a todos os intentos de regulação que se sugere para prevenir novas catástrofes financeiras mundiais.

Com a dolarização da Europa vai se fechar um capítulo da história moderna aberto com a derrubada do campo socialista. Para a corrente atlantista européia, atualmente majoritária, a desaparição da Europa como ator político e financeiro autônomo é o preço a pagar para que o Ocidente continue controlando o mundo frente aos países emergentes.

(*) Diplomata de carreira, ex-embaixador, trabalhou no Ministério de Relações Exteriores da França, entre 1972-2009. Ocupou vários cargos nas Embaixadas da República Francesa em Moscou, na Guatemala, em Havana e no México. Foi conselheiro técnico no gabinete de Claude Cheysson, Ministro de Assuntos Exteriores, e de Pierre Joxe, Ministro do Interior entre 1984 e 1986. Foi Cônsul Geral em Nápoles e em Barcelona, embaixador no Uruguai, no Paquistão e no Peru, e embaixador itinerante encarregado da cooperação internacional contra o crime organizado e a corrupção, entre 2000 e 2003, assim como chefe da delegação francesa na Conferência das Nações Unidas sobre o comércio ilícito de armas leves e de pequeno calibre (Nova York, 200-2001), Secretário Geral da Conferência Ministerial “As Rotas da droga da Ásia Central a Europa” (abril de 2003) e Ministro Plenipotenciario desde 1998. Aposentou-se em agosto agosto de 2009.

Nota: Muito interessante este artigo publicado por um homem que conhece bem a política europeia. A lógica de Pierre Charasse é fundamentada em uma profecia bíblica. Acreditem ou não os céticos, o livro bíblico de Daniel, no capítulo 2, apresenta um esclarecimento profético que tem total relação com esta dificuldade da Europa em se tornar coesa sob o ponto de vista político, financeiro e ideológico. 
Diz o relato bíblico que o imperador babilônico Nabucodonosor sonhou com uma poderosa estátua cujas partes tinham um significado que ele não sabia. Chamado para a elucidação, o assessor especial Daniel, um hebreu temente a Deus, recebeu a explicação através de Deus. A estátua, que tinha uma cabeça de ouro, ilustrava a sequência dos grandes impérios desde aquela época até o fim dos tempos. Os pés da estátua eram feitos, em parte, de barro e de ferro. Levando em conta que o ouro era o próprio Império Babilônico, com a sequência descrita em Daniel capítulo 2, é possível entender que os pés simbolizavam o antigo Império Romano dividido após os ataques bárbaros. Os versículos 41 e 42 deste capítulo registram que o fato de os pés serem feitos com um pouco de ferro e um pouco de barro mostra que a Europa pós-Império Romano tentaria se fortalecer através de casamentos entre os reis e rainhas, mas nunca mais se ligariam. Ou seja, a profecia declara que não haverá mais uma Europa coesa desta maneira como foi sob o comando romano até 476 d.C. 
Mais informações sobre isso, sugiro ler os capítulos 2 e 3 do livro de Daniel e o livro "Uma nova era segundo as profecias de Daniel", de autoria de C. Mervin Maxwell (www.cpb.com.br).

Questão de paixão

sexta-feira, 4 de junho de 2010 0 comentários

Por Felipe Lemos

A cada quatro anos, em todo o planeta, há um fenômeno que é capaz de tomar conta das conversações diárias, da atenção de homens e mulheres por momentos específicos e gera até discussões acaloradas dos mais afoitos. Não se tratam das eleições para governantes federais, estaduais ou municipais e nem dos lançamentos de novas telenovelas. Estou falando da Copa do Mundo de Futebol. É diferente do futebol em geral que certamente é motivo de intermináveis debates familiares, principalmente por conta dos maridos que trocam a família pelos campeonatos regionais.
Mas por que é diferente? Porque Copa do Mundo é a reunião de seleções dos países e esta ideia antiga de campeonato é um enorme sucesso de audiência no planeta inteiro por conta de alguns fatores. Exponho ao menos dois. O primeiro é o de que Copa do Mundo reacende o nacionalismo, o orgulho das pessoas por seus países que, de alguma forma, estão ali representados em um campo com 11 jogadores titulares e outros reservas. Os milhares que não sabem nem as primeiras estrofes do hino do seu país miraculosamente estão ali, na frente de um televisor, balbuciando palavras inaudíveis enquanto os atletas colocam a mão no peito antes de um grande jogo de Copa. Mesmo quem não sabe a diferença entre um escanteio e um impedimento acaba com os olhos grudados em alguma partida. É um ímã sazonal que pega gente de todas as idades.
O segundo motivo é que futebol desperta nos seres humanos algo chamado paixão. É isso mesmo. Os torcedores e apreciadores do futebol são apaixonados pelo esporte e isso se torna mais fortalecido quando se aproxima o certame mundial. Coitado daquele que diz para o torcedor: “mas é só um joguinho, se perder não tem problema!”.
Para o apaixonado torcedor não é apenas mais um joguinho. É a COPA DO MUNDO. Sim, com letras garrafais mesmo, que podem ser lidas a qualquer distância. E se for da seleção brasileira, no nosso caso, então o jogo adquire um caráter quase sagrado. Qualquer outro evento, se não foi adiado, o será no horário do jogo. Até instituições públicas tratam de criar horários especiais para os jogos do Brasil. Escolas e outras repartições dão um jeito de “liberar” o pessoal na hora em que a bola rola. Futebol interfere na economia nacional, no cerne da família e até na religião. E aí está o motivo de uma reflexão da nossa parte. Até que ponto as pessoas têm paixão por suas crenças espirituais como demonstram pelo futebol? Na Bíblia, eu não encontro a palavra paixão com este sentido que quero enfatizar, mas localizei a palavra intrepidez. No capítulo 4 do livro de Atos dos Apóstolos, é dito que os discípulos atuavam com intrepidez ao pregarem sobre Jesus Cristo e Seus ensinos. Intrepidez tem relação com ousadia, com disposição firme, ou seja, não deixa de ser paixão. Os discípulos eram apaixonados pelo evangelho que pregavam e viviam na prática. Algo que eu vejo nos torcedores de futebol em véspera de Copa do Mundo. Gente com bandeiras, toucas, faixas, apitos, camisetas, enfim, toda uma preparação para os jogos que duram 90 minutos ou um pouco mais e entram para registros em almanaques esportivos. Uma só seleção vai erguer a taça e as comemorações serão feitas pelo país campeão durante alguns dias.
Belo exemplo para quem tem uma mensagem bíblica de salvação através da graça de Cristo e que pode, também, com bandeiras, faixas, camisetas e, principalmente, com toda a paixão (intrepidez) fazer algo que pode mudar a vida significativamente das pessoas ao redor. Não se limitará a uma menção em almanaque, mas vai ficar na memória de quem foi beneficiado com esta mensagem. Sabe qual é o paralelo que eu vejo entre futebol e pregação bíblica? Paixão. A diferença fundamental é que, na Copa do Mundo, só um grupo sai vitorioso. No caso da mensagem bíblica, todos saem ganhando. E um ganho de valor muito maior.

Homem garante ver seu próprio fantasma em foto antiga

quarta-feira, 2 de junho de 2010 1 comentários

Portal G1, 02.06.2010, às 9h30min.

Harry Ross, de 64 anos, encontrou a imagem de um fantasma bastante familiar numa foto antiga. Ao rever um retrato de família onde aparece ao lado de um dos filhos e dos netos, o inglês reconheceu em uma imagem esfumaçada o que seria ele mesmo há 42 anos, no dia de seu casamento.

"Sou eu, vestindo o terno que usei na dia em que me casei", disse Ross ao tabloide "The Sun".
Na foto, uma pessoa aparece na janela da casa dos Ross e Harry garante que é ele com 22 anos de idade. Detalhe: ele aparece na foto, sentado no quintal.
Harry se casou com Theresa em 1967 e o casal hoje mora em Northamptonshire, no Reino Unido. "Minha família também acha que sou eu mais novo na foto", afirma o aposentado.
Intrigado, Harry Ross procurou a ajuda de um médium. "Ele me disse que sou eu no retrato e que eu tenho que deixar o passado ir embora. Não entendi. Minha esposa e eu somos muito felizes. A menos que ela tenha um outro marido".

Nota: É impressionante como este tipo de notícia chama a atenção da mídia. O fascínio pelo sobrenatural deveria envolver, sob o ponto de vista jornalístico, entrevistas que mostrassem outras opiniões e visões a respeito deste tipo de fenômeno. Há explicações psicológicas e até teólogicas que poderiam ampliar a discussão sobre o assunto. O que predomina, no entanto, é a nota superficial, sem qualquer aprofundamento, voltada a manter um certo mistério em torno de tudo. Leitura barata, empobrecida, que contribui muito pouco. Sugiro a leitura de textos bíblicos como Eclesiastes 9:5,6, João 11 e outros que dão uma ideia mais ampla sobre a questão da morte.

Reportagem do Globo Repórter reafirma uso correto das plantas

segunda-feira, 31 de maio de 2010 0 comentários




Nota: Este é o tipo de reportagem que confirma o que a Bíblia ensina a respeito de uma alimentação natural conforme relatada no próprio Jardim do Éden para Adão e Eva. Interessante para quem quer buscar uma alternativa à medicina alopática fundamentada única e exclusivamente nos medicamentos químicos. Não significa dizer que não há necessidade de medicamentos convencionais, mas é interessante conhecer os benefícios da plantas criadas e dadas por Deus para o benefício dos seres vivos.

Menino de 2 anos fuma 40 cigarros por dia

quarta-feira, 26 de maio de 2010 0 comentários

Veja On-Line, 26.05.2010, 

Foram divulgadas nesta quarta-feira as primeiras imagens do menino indonésio Aldi Suganda Rizal, de apenas 2 anos. O garoto é viciado em cigarros desde os 18 meses, quando recebeu o primeiro maço de seu pai, Mohammed.
Hoje, Aldi fuma 40 cigarros por dia. Segundo sua mãe, Diana, o menino é tão viciado que, quando é proibido de fumar, grita e bate com a cabeça contra a parede, além de queixar-se de tonturas e enjoos.
"Ele trata os cigarros como outra refeição", disse Diana. "Eu tento distraí-lo com brinquedos e jogos, mas nada funciona."
Para o pai, Aldi parece muito saudável. Ele não vê problemas no vício do menino, pelo contrário, orgulha-se. "Ele fuma como um adulto. Já aprendeu a soprar anéis de fumaça e sopra fumaça pelo nariz", diz Mohammed.

Nota: Claro que uma notícia deste tipo assombra qualquer pessoa em sã consciência. Porém, o que me preocupa é a maneira divergente com que pai e mãe parecem lidar com esta situação. E isso não ocorre somente quando um menino como esse da Indonésia. Acontece, também, na sala de jantar de famílias de classe média alta de grandes cidades do Brasil ou de qualquer outro país. Lamentavelmente o pai dá a impressão de que aprova a atitude do filho, ainda que seja possível que ele saiba que este tipo de hábito vai diminuir a qualidade de vida do filho. A Bíblia me ensina que meu corpo é templo do Espírito Santo, portanto um templo como esse não pode ser destruído por lazer ou ignorância. E um pai e uma mãe têm ambos responsabilidade sobre isso.

"Sex and the City 2" questiona valores do casamento, diz Sarah Jessica Parker

segunda-feira, 24 de maio de 2010 0 comentários

Portal UOL, 25.03.2010.

A segunda parte de "Sex and the City", uma bem-sucedida série de televisão levada ao cinema, é apresentada hoje em Nova York com as quatro famosas amigas e suas conhecidas aventuras de amor, luxo e moda. Desta vez, além de Nova York, elas  levam seus dilemas ao Oriente Médio. "Há muitos questionamentos sobre o casamento e com relação às tradições que as rodeiam", disse Sarah Jessica Parker (Carrie Bradshaw), sobre o filme que produz e é uma das protagonistas, em entrevista coletiva.

Casadas, com exceção de Samantha (Kim Cattrall), Carrie, Miranda (Cynthia Nixon) e Charlotte (Kristin Davis), levam vidas normais com preocupações que oscilam entre trabalho e família.
"É uma abordagem interessante sobre o que significa o casamento para cada um e o que é a tradição", disse Chris Noth, que faz John Preston, mais conhecido como Mr. Big, o marido de Bradshaw na trama.

Escrita e dirigida por Michael Patrick King, esta a sequência começa com imagens do emblemático edifício Chrysler e com "flashbacks" de suas chegadas a Nova York nos anos 80.

Ainda na trama, as quatro amigas vão parar em um hotel "luxuoso" em Abu Dhabi por motivos de trabalho. O novo filme, que será exibido em 3,4 mil salas de cinema de todo o mundo, foi rodado nas areias do deserto do Marrocos em novembro passado.

Nota: Sinceramente, em vez de questionar os valores do casamento as pessoas poderiam gastar tempo para enfatizar e destacar os valores do casamento. Claro que o entretenimento televisivo não se propõe a este tipo de atitude nobre, por isso a necessidade de as igrejas ajudarem a transmitir valores familiares para quem ainda não se casou, para os que estão casados há pouco tempo e para os matrimônios com maior experiência.

Líder de igreja negocia compra de jato de 48 milhões de dólares

domingo, 23 de maio de 2010 0 comentários

Nota na coluna de Lauro Jardim (Radar), da revista Veja - Semana de 23.05.2010

Valdemiro Santiago, chefe da Igreja Mundial do Poder de Deus, está negociando a compra de um jato bimotor Global Express, de 48 milhões de dólares - igualzinho ao que o seu atual concorrente e antigo chefe Edir Macedo possui. Santiago já é dono de um jatinho e um helicóptero, comprados há menos de um ano.

Nota: Não é pecado ter condições financeiras de comprar um  jato. O que me preocupa e incomoda são duas mensagens que acabam sendo passadas com este tipo de notícia: (1) igrejas cristãs tem donos que fazem o que bem entendem com os recursos arrecadados em cultos e (2) ser líder evangélico é sinônimo de usar dinheiro de fiéis para se tornar milionário e ostentar bens materiais. Nenhuma destas premissas se aplica a todas as igrejas cristãs e não são fundamentadas na Bíblia. Repito: ter condições financeira de comprar um imóvel ou um bem material de alto custo não é pecado em si, mas certamente a Bíblia fala em simplicidade de vida e na necessidade de se colocar a Deus em primeiro lugar antes de todas as coisas. Fica para a nossa reflexão.
 

 
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