Os freios morais estão soltos e só Deus pode contê-los

sexta-feira, 4 de outubro de 2013 0 comentários

Os freios morais e espirituais estão caindo. E caindo cedo na vida das pessoas. O salmista diz, com sabedoria, que somente néscios (ignorantes) podem dizer em seu coração que não há Deus. O Salmo 53 versículo 1 é a referência para isso. Se não houvesse Deus, coisas piores estariam ocorrendo nesse mundo. Falo principalmente do campo moral. Há quem pense que o melhor juiz de valores é o bom senso de cada um. Que cada pessoa, não se sabe bem como, conseguirá respeitar o limite do outro pois apenas por possuir dentro de si algo de bom. Não creio que isso seja verdade.
Basta ler o noticiário para entender minha argumentação. Li que o Ministério Público do Rio pediu à Justiça, nesta sexta-feira, a internação de dois jovens acusados de abusar sexualmente e divulgar imagens de uma adolescente de 12 anos sendo violentada. Os promotores também pedem que a Justiça determine que sites de busca e redes sociais restrinjam as buscas a esse tipo de conteúdo. A medida do MP foi tomada após investigações prévias e diligências para comprovar a denúncia. Os envolvidos são estudantes de uma escola particular de classe média alta da Barra da Tijuca, na Zona Oeste.
O MP recebeu uma cópia da gravação, que, segundo um comunicado da instituição, contem cenas de uma adolescente sendo obrigada “à prática de atos libidinosos, enquanto um outro jovem realizava a filmagem”.
A questão aqui não é o tão batido assunto da influência das redes sociais. Os instrumentos online só amplificam aquilo que está ocorrendo até silenciosamente em muitos lares. E em muitas casas enquanto os adultos dormem. Os freios morais e espirituais estão desabando. Adolescentes de 12 anos se sentem motivados a violentar sexualmente alguém e a filmar. O que está por trás disso?
Dessa vez, não valem as respostas de sempre. Pais irresponsáveis ou ausentes? Alternativa válida, mas que não explica tudo. Falta de leis que punam de maneira severa com prisão perpétua ou até pena de morte os infratores? Não constrói nada essa medida, só destrói os infratores de hoje e torna os do futuro mais precavidos. Falta de controle na Internet? Não sei se algum tipo de "fiscalização" oficial da web coibirá tais delitos, pois o meio apenas amplifica aquilo que já ocorre. Dá visibilidade, mas não é o originador.
Creio que a principal ausência em toda essa história é a do temor de Deus nas famílias. Sem a percepção da presença do Espírito Santo (que, conforme Jesus, nos convence do pecado - João 16:8) na vida dificilmente há algum tipo de freio, de autocontrole, de restrição, de compaixão, de amor pelo outro. Imaginar que o ser humano, por suas próprias forças, leis e poderes interiores será capaz de se dominar e respeitar o semelhante é querer o impossível. Somente uma ação sobrenatural poderá vencer a inclinação natural pecaminosa inata dos seres que se dizem humanos. E, de acordo com a Bíblia, entendo que essa ação sobrenatural não é obra de uma meditação profunda em busca do meu próprio eu. Nem uma viagem por substâncias alucinógenas, nem por êxtase em uma espécie de mantra religioso seja qual for a ramificação, mas simplesmente por meio de um relacionamento racional com um Deus pessoal.
Sim, na minha visão apenas um Deus com desejo legítimo de dialogar comigo pessoalmente vai produzir em mim o desejo de amá-Lo e, por consequência, amar o outro. Na versão Nova Tradução na Linguagem de Hoje da Bíblia Sagrada há um texto bem interessante onde Deus diz: "Venham cá, vamos discutir este assunto. Os seus pecados os deixaram manchados de vermelho, manchados de vermelho escuro; mas eu os lavarei, e vocês ficarão brancos como a neve, brancos como a lã. (Isaías 1:18).
Deus quer conversar, dialogar, como fez com Abraão, Isaque, Jacó, Moisés, Jó, Elias e tantos outros. Ele quer, lógico, colocar freios em nossa vida para que tenhamos uma vida verdadeiramente feliz. Ou será que alguém imagina que a vida desses jovens violentadores será feliz por alguns momentos de prazer e violência? A felicidade real, na minha avaliação, tem fundamento em se permitir que Deus seja Senhor da vida humana. Se Ele significar para nós uma mera ficção, doador de bênçãos materiais, carrasco, um velhinho distante ou apenas uma boa luz abstrata e etérea vejo poucas chances de sermos transformados por Ele. Precisa ser DEUS real e pessoal.
Mas atenção! As igrejas que dizem seguir a Bíblia e representar os interesses de Deus aqui nesse mundo deveriam ajudar a orientar mais os jovens, crianças e adolescentes sobre sexualidade. Nas igrejas o assunto precisa ser tratado com seriedade, linguagem apropriada e sem preconceitos ou medos. Não escondido, mas debatido. Há livros, profissionais, mas pouca vontade de se falar disso em alguns círculos religiosos. Sobra hipocrisia e falta conversa franca. A mesma conversa que Deus, aliás,quer estabelecer.
Enquanto isso, os freios morais continuarão soltos e a solução continuará sendo Deus. Somente Ele poderá contê-los.


Pastor tatuado vai ao Rock in Rio

quarta-feira, 25 de setembro de 2013 0 comentários

Curiosa a atitude de um pastor evangélico que, com mais de 170 tatuagens no corpo, foi ao Rock in Rio justamente na noite em que tocou a banda Iron Maiden que, anos antes, havia inspirado os desenhos feitos em sua pele.

Comento o assunto no podcast Realidade em Foco

Caráter deformado

sexta-feira, 20 de setembro de 2013 0 comentários

Quer deformar o caráter de alguém? Simples. Dê um péssimo exemplo. Ainda mais quando se trata de uma criança. Pois foi exatamente essa a notícia que eu li no site do Correio 24 Horas, da Bahia. Fato que, sejamos coerentes, poderia ter ocorrido em qualquer lugar.
A notícia diz que uma criança de apenas oito anos foi incentivada por dois adultos a furtar um telefone celular que ficou sobre uma mesa em uma lanchonete. Os motivadores da barbaridade foram um tio, que é soldado do Exército, e a própria mãe. Sim. Você não está entendendo errado. A mãe mesmo, a que gerou essa criança e tem o dever de orientá-la e ajudá-la a formar um caráter digno.
Fiz questão de ver o vídeo postado no YouTube com imagens de uma câmera de segurança da lanchonete ocorreu. É possível perceber que, logo depois de a criança colocar o celular dentro do seu short, os adultos deram um jeito de ir embora do estabelecimento comercial. Depois, segundo soube, eles se entregaram à Polícia com medo de represálias. A advogada do grupo disse que foi tudo um mal entendido.
Na verdade, segundo a Bíblia, isso que os adultos praticaram pode ser bem compreendido como uma enorme contribuição para a deformação do caráter da criança. Em Provérbios 22:6, há um conselho bastante prudente da parte de Deus onde diz que "instrui o menino no caminho em que deve andar e até quando envelhecer não se desviará dele". Claro que o futuro de uma criança vai depender das decisões que tomar mais tarde, mas a parte que cabe a uma mãe ou pai é efetivamente ensiná-lo no caminho em que deve andar. O ensino, não apenas o formal mas o familiar, é responsabilidade dos pais. E responsabilidade espiritual. Não é à toa que Deus deixou uma mensagem clara em termos de ensino. Moisés, certamente inspirado divinamente, declarou ao povo de Israel, como está registrado em Deuteronômio 6:6 e 7, que "estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração. Tu as inculcarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, andando pelo caminho, deitando-te e levantando-te". Isso nada mais é do que uma ordem para que os pais transmitam ensinamentos espirituais aos filhos e assim sucessivamente. O verbo inculcar indica, entre outras coisas, a ideia de repetir uma ideia ou conceito seguidamente.
O papel dos pais, portanto, não se limita a manter uma criança fisicamente viva. Vai além. É algo com consequências espirituais. E não pode ser substituído por ninguém, nem mesmo a escola. No caso sobre o qual falei no início, o dano não é apenas psicológico para essa criança, mas moral e espiritual. Que princípio ela está aprendendo pelo exemplo da própria mãe? Não vou aqui massacrar a mulher, mas chamo a atenção para a necessidade de reflexão. Queremos um país mais honesto, dizemos que detestamos líderes corruptos, mas, muitas vezes, ensinamos o que mesmo para as crianças? O deplorável comportamento de furtar um celular alheio? Isso é criar uma escola criminosa silenciosamente. É grave. Deus permite a pais e mães terem filhos sob seus cuidados para que realmente sejam encaminhados para serem mais do que bons cidadãos. Mas pessoas que vivem de acordo com os princípios que Deus estabeleceu para a felicidade humana.

Vamos ficar com o argumento coerente do apóstolo Paulo. Ele aconselhou, com muita propriedade, em I Coríntios 11:1 "sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo". Só podemos esperar boas atitudes, especialmente das futuras gerações, se dermos o nosso exemplo primeiro. E então precisamos ter uma referência segura, nesse caso, Cristo.

Ouça esse comentário




Jovens de Harvard dizem que são virgens

domingo, 8 de setembro de 2013 0 comentários

Em Harvard, 65% dos estudantes disseram ser virgens. Pureza sexual ainda está na mente dos jovens. 











Pesquisa completa e original em http://www.thecrimson.com/article/2013/9/6/freshman-survey-part-iv/

O comentário completo pode ser ouvido em meu podcast:


Monster High, crianças e a Bíblia

domingo, 1 de setembro de 2013 6 comentários

Especialistas em pedagogia e psicologia explicam que os brinquedos têm papel importante no desenvolvimento cognitivo de uma criança em diferentes idades e de diferentes maneiras. Há quem pense que os brinquedos passam indiferentes pelos pequenos, mas é um engano. Por isso, o tipo de brinquedo adotado por um menino ou menina vai influenciar em seu comportamento. E isso me leva a pensar em que tipo de bonecas (para usar um exemplo apenas) estão nas mãos e no imaginário das garotinhas hoje.
Segundo reportagem da Revista Exame, em publicação online do dia 17 de abril de 2013, a franquia da marca Monster High aumentou em 50% o portfólio de bonecas da linha trazidas ao Brasil no segundo semestre de 2012. De maneira geral, a divisão da qual a Monster Highfaz parte registrou crescimento global de 56% durante os três primeiros meses desse ano. Mas o que é Monster Highe, o mais importante, que conceitos estão por trás dessa linha de bonecas?
É preciso frisar que não se trata apenas de uma linha de bonecas com vendas em franca ascensão. Monster High é uma franquia multiplatafórmica composta de brinquedos, DVD, série na web, vídeos de música, videogames, livros, acessórios de vestuário e muito mais. Ou seja, é uma série de estímulos audiovisuais que inevitavelmente vai levar avante um ou mais conceitos que influenciarão no desenvolvimento de crianças, especialmente meninas na faixa etária específica que se pretende alcançar com esses produtos.
Conceitos - Não vou comentar sobre questões como consumismo e sensualismo que também estão presentes em muitos produtos voltados a crianças. Comentários dessa natureza exigiriam um artigo específico. Vou me deter ao fato de que a marca Monster High, que aqui figura como um exemplo apenas (pois há mais do mesmo e muito ainda se produzirá) é caracterizada predominantemente por apresentar personagens inspirados em filmes de monstros e terror. São monstrinhos mesmo, zumbis do estilo mortos-vivos e há personagens que são boneco de Vodu e existe até uma espécie de menina vampira.
Com total respeito às diferentes crenças religiosas ou míticas que existem e aos que creem assim, o enfoque aqui é comparar os conceitos dos produtos com o que ensina a Bíblia Sagrada, livro essencial do cristianismo. Os zumbis são tradicionalmente conhecidos como criaturas fictícias relacionadas a mortos reanimados ou seres humanos que não são dotados de razão. A Bíblia ensina, tanto para crianças quanto para adultos, que as pessoas são mortais, ou seja, estão sujeitas à morte por causa do pecado (Romanos 6:23). Além disso, na morte não há consciência do mundo dos vivos (Eclesiastes 9:5,6 e outros textos) e a comparação mais clara da condição da morte foi à do sono feita por Jesus (João 11: 11). É por isso mesmo que Deus disse ao povo de Israel que não se voltasse ou considerasse os que diziam consultar os mortos para saber algo nesse mundo (Deuteronômio 18:11).
Sobre o personagem representado por um boneco de Vodu, é necessário ressaltar um aspecto antibíblico aí presente. Esse personagem não tem uma mente própria, o que contraria totalmente o preceito bíblico de seres humanos que conscientemente adoram a Deus (Romanos 12:1,2 e outros textos) e cuja mente não pode ser controlada por outros.
E o conceito de vampiros e vampirismo? Certamente vai de encontro ao que está claro no livro sagrado do cristianismo. Vampirismo, em sua origem, é muito mais do que a lenda popularizada em filmes e livros, feitos para vender. Tem relação direta com indivíduos que supostamente se alimentam de sangue das pessoas e com crenças sobre mortos que atuam no mundo dos vivos e geralmente praticam ações ruins contra as pessoas. Ocultismo e misticismo são os ingredientes principais; dois aspectos que se chocam frontalmente com o preceito bíblico de exemplos aprovados por Deus de pessoas que fazem o bem ao próximo, não bebem sangue humano e nem possuem uma vida encoberta por mistérios e nem escuridão ou trevas. Como disse Cristo, no registro bíblico de João 3:21, "mas quem pratica a verdade vem para a luz, para que se veja claramente que as suas obras são realizadas por intermédio de Deus".
Esses aspectos, aqui apresentados de maneira rápida e sucinta, são suficientes para se levar à reflexão sobre o tipo de influência que esse tipo de mensagem tem na mente de uma criança. Principalmente se essa criança receber ensinamentos cristãos que irão, em curto espaço de tempo, gerar um paradoxo em sua mente. Contradições que podem levá-la a dificuldades na tomada de decisões no futuro. Coerência é o caminho mais seguro. Ensino bíblico não se coaduna com bruxaria, vodu, vampirismo, zumbis e tudo o que envolve produtos como Monster High. Parece brincadeira, mas não é.


Por Felipe Lemos

Livro analisa em romance discussão do ateísmo X crença religiosa

sábado, 24 de agosto de 2013 0 comentários

Realmente há alguns livros que valem a pena ser lidos porque o conteúdo nos conduz a algo melhor e que nos faz verdadeiramente raciocinar e até nos emocionar. É o caso do recém-lançado A Descoberta, publicado pela Casa Publicadora Brasileira, de autoria do jornalista Michelson Borges e do profissional de direito Denis Cruz.
O livro é uma narrativa muito bem estruturada que aborda a discussão do ateísmo X crença religiosa e passa pelas questões que envolvem ciência e religião e seus pontos convergentes. A história é bem escrita, os argumentos científicos e teológicos estão inseridos de uma maneira inteligente a ponto de o leitor ser guiado a uma discussão bem profunda sem praticamente perceber.
Mas não espere um livro de muitas páginas com o uso típico de argumentação (que também teu seu lugar) e,sim, uma narrativa agradável para ser lida de uma família. Tem reflexões sobre espiritualidade bem claras que nos levam a pensar em nosso modelo de vida também.
Não costumo usar esse espaço para divulgar livros, mas esse realmente merece ser lido e compartilhado.
Essa discussão de ateísmo X crença religiosa é bem interessante atualmente porque o ateísmo se tornou uma bandeira para muitos e uma causa pela qual cientistas e mesmo não cientistas estão lutando de maneira aguerrida. Ao mesmo tempo, a noção de crença religiosa parece estar mudando no mundo e há um certo interesse em se relativizar tudo.
O grande mérito de um livro como A Descoberta é trazer à tona para um público não tão científico (inclusive jovens que quem sabe estão estudando e enfrentando esse dilema nas universidades que frequentam) o fato de que o mundo não pode ser observado apenas sob a perspectiva do ateísmo, do materialismo, das filosofias anticristãs ou antirreligiosas. Evidentemente há que se respeitar esse tipo de pensamento, mas não se pode aceitar que seja o único vigente e nem o mais racionalmente plausível ou digno de ampla divulgação.
Virou moda criticar a religiosidade ou a religião ou mesmo, no caso do cristianismo, a Bíblia Sagrada e seus conceitos. Ok. Respeitemos os modistas ou os que tornaram isso uma moda atualmente por meio de campanhas sistemáticas, mas os mesmos precisam compreender o valor que obviamente está contido na religião e na Bíblia. Não se pode fechar os olhos para essa realidade.
O convite do livro é claro para mim. Convida à pesquisa, ao estudo, à leitura, à descoberta, assim como um dos protagonistas da história fez. E lógico que essa viagem leva a muito mais do que o saber intelectual. Conduz a uma perspectiva mais ampla que mexe com o futuro, com o passado, com as emoções e com todos os aspectos da vida.
A discussão milenar ateísmo X crença religiosa, como todos sabem, permanece e vez por outra dá a impressão de crescer. Mas é saudável quando os dois lados são postos sobre a mesa. Ninguém, nesse ambiente, tem o direito de menosprezar o outro. Mas argumentar é  o que se deve fazer. Com sinceridade em busca de algumas respostas que certamente estão preparadas para os que anseiam encontrá-las.






Comércio local argentino cada vez mais perto do descanso dominical

quarta-feira, 21 de agosto de 2013 0 comentários

Diario Epoca, da Argentina, 07.08.2013.

A Confederação Argentina de Médias Empresas lançou um pedido para que se cumpra o descanso dominical na atividade comercial de todo o país. A iniciativa, que foi abordada em nível local há algum tempo despertou grande interesse entre os empregados e alguns empresários, especialmente no setor supermercadista. 



Veja a notícia completa em espanhol em:

Meu Comentário - Na matéria inteira, é possível perceber que em determinada parte do artigo há um intertítulo chamado sétimo dia. Se for uma referência ao domingo é uma evidência da confusão que se estabeleceu entre o sétimo dia bíblico (o sábado) e o que alguns têm ensinado de que o sétimo dia seria o domingo (até porque não há nem lógica na sequência do calendário). A tentativa de fortalecer o domingo como dia de descanso em detrimento do sábado é complicada e nos leva a pensar em uma estratégia mais ampla de desqualificar os mandamentos de Deus. E a desqualificação dos mandamentos divinos é, na verdade, um ataque ao próprio caráter de Deus e Seus princípios. 
Os cristãos que guardam o sábado não devem ficar alarmados com notícias desse tipo, mas continuar em observação e principalmente não entrar em confronto com quem crê de maneira diferente. Mas é um indicativo, sim, de que o sábado bíblico é cada vez mais colocado de lado e o domingo é exaltado em uma ação totalmente desconectada do que a Bíblia ensina. 

 
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