MACONHA SUGERIDA COMO SOLUÇÃO PARA PAZ NO ORIENTE MÉDIO?

terça-feira, 31 de outubro de 2006 3 comentários

Terra, 31.10.2006.
Artigo de Walter Fanganiello Maierovitch, colunista da revista Carta Capital e presidente do Instituto Giovanni Falcone (www.ibgf.org.br).

Depois dos encontros "Pic-nic com Maconha", ocorrido em TelAviv, e "Paz e Drogas no Oriente Médio", em Jerusalém, aconteceu na última semana o "Joint Árabe-israelense", no famoso campus Beit Mayersdorf da Universidade de Jerusalém (Monte Scopus). O assunto: a questão da paz e as políticas de drogas para o Oriente Médio. A conclusão: a maconha e o haxixe seriam bons instrumentos para a construção da paz.
O evento foi organizado pelo partido político Ale-Yarok (Folha Verde), liderado por Boaz Wechtel. Além de estudantes, estavam presentes ativistas pela paz árabes e israelenses.
Para os organizadores e alguns ativistas, "na busca da paz na região, a maconha e o haxixe (hashish na língua hebraica - o haxixe é a resina extraída da folha e inflorescências da cannabis fêmea) têm papel fundamental, uma vez que aliviam tensões". As principais conclusões do encontro são as seguintes:
1- A maconha e o haxixe tornam as pessoas menos agressivas e dialogam com os espíritos desarmados;
2- A legalização representaria um duro golpe contra o terrorismo, pois o tráfico de haxixe representa fonte de financiamento do Hezbolá.
3- A legalização do plantio de maconha ajudaria os agricultores da região que vêm experimentando prejuízos há anos.

JESUS FOI MAL INTERPRETADO?

segunda-feira, 30 de outubro de 2006 1 comentários

Revista Galileu, mês de novembro.

No princípio, era o verbo, já dizia o evangelho de João no seu primeiro versículo. Mas será que era isso mesmo o que foi escrito originalmente? Pode ser que não. Só Deus sabe o quanto o verbo foi modificado na Bíblia ao longo dos séculos. Sem poder solucionar essa questão, sobrou para o homem a tarefa de desvendar o porquê dessas alterações. Para tanto, foi criada uma disciplina: a crítica textual. Com o lançamento no Brasil do livro "O que Jesus Disse? O que Jesus não Disse? - Quem Mudou a Bíblia e Por Quê", do norte- americano Bart Ehrman, essa ciência e as discussões sobre o texto do Novo Testamento voltam à baila.
Ehrman é chefe do Departamento de Estudos Religiosos da Universidade da Carolina do Norte e uma das maiores autoridades mundiais sobre a Bíblia e a vida de Jesus. Lançado no começo deste ano nos EUA, o livro que agora chega ao Brasil permaneceu mais de quatro meses na lista dos mais vendidos no "The New York Times Books Review". Além da curiosidade sobre tudo o que envolva Jesus Cristo, o sucesso da obra se deve à abordagem do autor, que teve a idéia de desenrolar para o público leigo o novelo de culturas, histórias, lendas e mistérios que se esconde sob a crítica textual.

Esse é apenas o início de reportagem desse mês da revista Galileu que coloca em xeque a veracidade da Bíblia. A reportagem toma como base um livro que questiona a autenticidade do próprio processo de tradução. Mesmo sem ter lido ainda o referido livro é possível perceber, mais uma vez, a nítida intenção de colocar em dúvida o texto atual que temos em nossas mãos da Bíblia. É evidente que as traduções podem ter sofrido alguma diferença em termos de palavras ou expressões em relação ao original, mas eu continuo confiando na autoria divina que não deixou o sentido original se perder. Não creio que a Bíblia seja apenas um livro de belas histórias e conselhos, mas, sim, a revelação de Deus à humanidade.

CURSO PIONEIRO DE LICENCIATURA EM LIBRAS

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Da Agência de Comunicação da UFSC, 27.10.2006.

Foi realizada na Universidade Federal de SC sexta-feira, 27/10, a aula inaugural do primeiro curso de licenciatura em Letras com habilitação em Língua Brasileira dos Sinais (Libras) da América Latina. O objetivo é formar docentes para atuar no ensino da língua de sinais. As aulas serão ministradas na modalidade a distância, graças a uma parceria entre o Ministério da Educação, a Secretaria de Educação a Distância e nove instituições de ensino. A coordenação é da UFSC. Participarão do curso 447 candidatos surdos e 53 ouvintes fluentes em língua de sinais. As atividades com os alunos iniciaram no auditório do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC.
Os docentes da licenciatura em Letras/Libras foram selecionados pelas instituições onde lecionarão, e têm formação em Letras ou na área de Educação. Cada pólo de ensino contará com um coordenador local, dois professores tutores e um intérprete de língua dos sinais. As instituições ministrarão o novo curso estimuladas pela aprovação da Lei de Libras. O Ministério da Educação anunciou o decreto, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em dezembro de 2005, determinando o prazo de um ano para que todas as escolas, antigas e recém-criadas, sejam bilíngües. Para as instituições de ensino superior, o prazo para que a disciplina de Libras seja oferecida em todos os cursos é de dez anos. A lei também torna obrigatório o oferecimento da disciplina em todos as licenciaturas e nos cursos de Fonoaudiologia. A coordenadora geral da graduação em Letras/Libras, Ronice Müller de Quadros, professora da UFSC, destaca que a nova lei criou uma grande demanda por profissionais com essa graduação. “Há vários anos, o MEC vem oferecendo capacitação para pessoas preferencialmente surdas que atuam como instrutores da língua de sinais sem a licenciatura. O objetivo do projeto é formar professores com essa graduação”, explica. A UFSC, com sua experiência na formação de pessoas surdas e na produção de conhecimento neste campo, é a universidade coordenadora dos demais pólos. As outras instituições que vão oferecer o curso de licenciatura em Letras/Libras são a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade de Brasília (UnB), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Ceará (UFC), Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás (CEFET/GO) e o Instituto Nacional de Educação de Surdos do Rio de Janeiro (INES/RJ).

PARA MEDITAR - O VERDADEIRO VALOR DA CARIDADE

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Ellen White, em Review and Herald, 4 de agosto de 1891.

Então, clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás por socorro, e Ele dirá: Eis-Me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o dedo que ameaça, o falar injurioso; se abrires a tua alma ao faminto e fartares a alma aflita, então, a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia. Isa. 58:9 e 10.
Todos os que afirmam guardar os mandamentos de Deus olhem bem para esta questão, e vejam se não há razões por que eles não têm mais do derramamento do Espírito Santo. Quantos têm alteado a alma com vaidade! Eles se consideram exaltados no favor de Deus, mas negligenciam os necessitados, fazem ouvidos moucos aos clamores dos oprimidos e proferem palavras ferinas e contundentes aos que necessitam de um tratamento completamente diferente. Assim eles ofendem diariamente a Deus por sua dureza de coração. Essas pessoas aflitas têm direito à simpatia e ao interesse de seus semelhantes. Têm o direito de esperar auxílio, conforto e amor semelhante ao de Cristo. Mas não é o que recebem.Todo desprezo dos sofredores de Deus é registrado nos livros do Céu como se fosse demonstrado à própria pessoa de Cristo. Cada membro da igreja deve examinar minuciosamente o coração, e investigar seu procedimento, para ver se estão em harmonia com o Espírito e a obra de Jesus; do contrário, o que ele poderá declarar quando comparecer perante o Juiz de toda a Terra? Será que o Senhor poderá dizer-lhe: "Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo"? Mat. 25:34.
Cristo identificou Seu interesse com o da humanidade sofredora; e enquanto Ele for negligenciado na pessoa de Seus aflitos, todos os nossos ajuntamentos, todas as nossas reuniões designadas, todo o mecanismo que é posto em funcionamento para o avanço da causa de Deus, será de pouco proveito. "Devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas." Luc. 11:42. "Pesado foste na balança e achado em falta." Dan. 5:27.
Todos os que hão de ser santos no Céu, primeiro serão santos na Terra. Não seguirão as faíscas que eles mesmos acenderam, não trabalharão para receber aplausos, não falarão palavras injuriosas, nem estenderão o dedo para condenar e oprimir; mas seguirão a Luz da Vida, difundindo luz, conforto, esperança e ânimo aos que necessitam de ajuda, e não de censuras e acusações.

UMA HISTÓRIA NADA INFANTIL....

quarta-feira, 25 de outubro de 2006 0 comentários

Felipe Lemos

Era uma vez um político com chapéu vermelho. Quer dizer... poderia ser de qualquer cor o chapéu desde que valesse a pena financeiramente ou a barganha fosse vantajosa. O político do chapéu vermelho não vivia sozinho, mas naquele dia curiosamente estava. Talvez fosse recesso parlamentar na floresta ou época de eleições no povoado. Enfim, ele estava sozinho. Pegou sua cestinha preta, seu cândido guarda-costas e saiu pela floresta com seu possante carrinho importado porque tinha compromisso. Precisava levar uma encomenda especial para sua vovozinha, que estava em casa. A vovozinha não estava exatamente, doente, mas aposentada. Ah sim! Evidentemente aposentada não pelo simples e majoritário enquadramento da maioria do povo no INSS com um ou dois salários mínimos. Estou falando de aposentadoria especial. Que só gente como a vovozinha conseguia...
Pois bem. O político do chapéu vermelho (ou branco, ou azul, ou verde, sei lá, depende da região de sua base eleitoral ou mesmo do gosto do eleitor) tinha de atravessar a densa floresta. Que já não era mais tão densa porque o desmatamento havia tomado conta. Coisa dos grileiros do povoado. O político do chapéu vermelho sabia muito bem disso, porque os homens maus do meio ambiente viviam autorizando desmatamento na floresta em troca de uns favorzinhos. Mas tudo bem!
Ele seguiu seu caminho até que alguém fazia sinal para que parasse. Ele mandou o motorista do chapéu preto parar e saiu do carro ofegante e já irritado. Colocou as mãos na cintura, ajeitou seu chapeuzinho vermelho e vociferou uma meia dúzia de palavrões para o coitado que acenava uma bandeirinha (vermelha). O pobre coiote logo se desculpou e disse que era coisa do lobo mau. Ele era apenas funcionário do lobo mau e estava cumprindo ordens.
O político do chapéu vermelho não hesitou e mandou chamar o lobo mau. Queria ter uma conversa com ele. Como era possível que o petulante lobo fosse interromper a estrada (pública) e impedir que ele, uma autoridade na floresta e no povoado, passasse. Absurdo inaceitável!
Cerca de cinco horas depois, o lobo mau aparece com sua corrente no pescoço, relógio de ouro comprado (?) em outras florestas e camisa aberta ao peito peludo. Convida o político para entrar, serve uma bebida típica da floresta e começam a conversar. O lobo explica que ele resolveu cobrar um pedágio por cada habitante do povoado que ali quisesse passar. Preço baixo. Para o político, ele propunha pagamento mensal, quantia quase irrisória que nem faria diferença no orçamento geral. Concordou. Fecharam negócio e lembraram que na floresta não havia escutas, nem revistas sensacionalistas ou mais gente para gravar a tal conversa.
Mas e a vovozinha? Já deveria estar esperando! Ele tinha de correr. O lobo, despreocupado, disse a ele que não se estressasse e relaxasse porque a vovozinha seria devorada em seguida. Ele já tinha contratado devoradores profissionais que ainda cobravam preço de tabela do ano passado. Não precisaria entregar a cestinha cheia de dinheiro para ela. Poderia repartir o dinheirinho com ele.
O político não entendeu e ficou indignado. Repartir seu dinheiro fruto do suor dos outros animais da floresta com o lobo... mau? O lobo logo explicou que a vovozinha é que era realmente má, porque descobriram que a velhinha aguardava o político do chapéu vermelho para flagrá-lo entregando a cestinha. A vovozinha era X-9....
O político do chapéu vermelho fez sorriso amarelado, abraçou o lobo mau e repartiu o conteúdo da cestinha. Depois pagou, por fora, o pedágio e pôde voltar para sua casa. Em tempo: os três porquinhos negociaram porque sempre andavam juntos e ganharam desconto no pedágio do lobo mau e só pagavam o valor de uma pessoa e meia. Ou de um porco e meio, como preferirem...

BIOGRAFIAS DO MÊS - CRISTÓVÃO COLOMBO (29.10.1452)

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As grandes viagens por mar e a exploração de terras desconhecidas constituíram, desde a antiguidade, um dos principais empreendimentos da humanidade. Durante o século XV, o sonho de um navegante, Cristóvão Colombo, e a necessidade de abrir novos horizontes aos mercados europeus tornaram possível um dos maiores feitos da história universal: a descoberta do Novo Mundo. São muitas as hipóteses sobre a nacionalidade de Colombo, geradas pela insistência de alguns biógrafos em ocultar sua procedência, possivelmente humilde, e pelas ambíguas declarações do navegador com respeito a suas próprias origens. O assunto parece ter sido esclarecido com o testemunho da Raccolta colombina, documento que atesta a procedência genovesa da família Colombo, e do Documento Aseretto, ata notarial em que um indivíduo chamado Cristoforo Colombo declara ser natural de Gênova.
Filho do tecelão Domenico Colombo e de Suzanna Fontanarossa, Cristóvão Colombo (Cristoforo Colombo) nasceu em Gênova, em 1451. Pouco se sabe sobre sua vida no período que precedeu a descoberta da América. Acredita-se que sua vocação tenha sido sempre a navegação e que iniciou muito cedo, aos 14 anos, a vida de marinheiro. Participou de diversas expedições pelo Mediterrâneo e completou sua experiência náutica com a leitura de obras sobre viagens. Numa expedição pesqueira de que participou aos 25 anos de idade, transpôs o estreito de Gibraltar. Com o naufrágio do barco em que viajava em águas próximas ao litoral português, transferiu-se para outra embarcação e iniciou uma longa viagem pelas ilhas Britânicas até a Islândia. Em seguida fixou residência em Lisboa, onde se casou com a filha de Bartolomeu Perestrelo, donatário da ilha de Porto Santo e profundo conhecedor de tudo que até então se escrevera sobre viagens.
Além de aprofundar seus estudos, Colombo prosperou na marinha mercante. Suas viagens à Inglaterra, França e Islândia fizeram dele um navegador experiente, preparado para as descobertas. Por meio da correspondência que mantinha com o geógrafo florentino Paolo de Toscanelli, convenceu-se de que era muito pequena a distância entre o extremo ocidental da Europa e o extremo oriental da Ásia, e acredita-se que tenha estudado mapas que indicavam a existência de terras a oeste da Europa. Nessa época, a tese da esfericidade da Terra tinha já o apoio dos estudiosos.
Em 1484, com um bem estruturado plano de viagem, Colombo obteve uma audiência com D. João II, rei de Portugal, a quem pediu uma frota para viajar na direção do oeste, com o objetivo de chegar às Índias, terra dos metais preciosos, sedas e especiarias. Aconselhado pela comissão encarregada de examinar o projeto, o monarca rejeitou o pedido de Colombo, que logo depois enviuvou. Partiu então com o filho Diego com destino à Espanha.
A primeira etapa da viagem de Colombo levou-o ao convento de Rábida, próximo ao porto de Palos, onde conheceu os frades Juan Pérez e Antonio de Marchena, que se interessaram pelo projeto e o aconselharam a falar diretamente com os reis Fernando e Isabel. Seus planos foram então submetidos a uma junta de navegantes e sábios que acabou por rejeitá-los. Colombo transferiu-se para a cidade de Córdoba, onde se casou novamente e nasceu-lhe o segundo filho, Fernando, que seria um de seus primeiros biógrafos.
Uma nova recusa de seu projeto pelos reis espanhóis deixou Colombo profundamente decepcionado, mas em Rábida obteve dos padres Pérez e Marchena a promessa de que voltariam a interceder por ele junto aos soberanos. Nessa época, Colombo travou conhecimento com Martín Alonso Pinzón, que passou a ser um valioso aliado. Em 1491, Colombo conseguiu uma nova audiência com os reis católicos, graças aos esforços dos religiosos de Rábida. Isabel ordenou que o projeto fosse mais uma vez submetido a seus conselheiros, que acabaram por aprová-lo. Em 17 de abril foram assinadas as Capitulações de Santa Fé, documentos que conferiam a Colombo e seus descendentes a posse das terras descobertas, a décima parte das riquezas que conquistasse e lhe concediam o vice-reinado e o governo dos territórios. O navegador foi também nomeado almirante, com todas as prerrogativas dos almirantes de Castela. O prestígio e a autoridade de Martín Alonso Pinzón e de seu irmão Vicente Yáñez Pinzón permitiram que fossem armadas três embarcações: a nau Santa María, comandada por Colombo; e as caravelas La Pinta, sob as ordens de Martín Alonso Pinzón, e La Niña, comandada por Vicente Yáñez Pinzón. Com uma tripulação calculada por alguns autores em 88 homens, a frotilha zarpou do porto de Palos em 3 de agosto de 1492. Dessa expedição não participavam religiosos, pois seu principal objetivo era estabelecer relações comerciais com a Índia, para recuperar a economia espanhola comprometida no acordo de Alcaçarias, assinado com Portugal.
Descobrimento. Depois de uma parada nas ilhas Canárias, para reparar a caravela La Pinta, a esquadra retomou a viagem em 6 de setembro, navegando para oeste. Os freqüentes sinais de terra próxima não tranqüilizaram a tripulação que, ao fim de um mês, passou a manifestar descontentamento e a exigir o regresso. O almirante e seus imediatos enfrentaram momentos difíceis, em que o motim era iminente. Finalmente, na madrugada de 11 de outubro, o vigia da La Pinta, Rodrigo de Triana, avistou terra. Colombo desembarcou no dia 12 e tomou posse das terras em nome de Castela, em local que é hoje uma das ilhas Bahamas -- chamada pelos nativos de Cuanahani -- a que Colombo deu o nome de San Salvador (Watling).

GRÃOS INTEGRAIS DIMINUEM RISCO DE DIABETES

terça-feira, 24 de outubro de 2006 0 comentários

Canal Boa Saúde UOL (original Diabetes Care, 24.10.2006)

Uma associação inversa, entre a ingestão de magnésio e de cálcio e o risco de diabetes de tipo 2, já foi relatada em estudos, com populações predominantemente de raça branca. Agora, pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard e de outras instituições, analisaram esta situação em mulheres negras. Na nova pesquisa, publicada na revista Diabetes Care, em seu último número, os investigadores avaliaram 41.186 mulheres afro-americanas, de maneira prospectiva. Durante o acompanhamento por 8 anos, entre 1995 e 2003, foram documentados 1.964 novos casos de diabetes de tipo 2. Os pesquisadores observaram que as mulheres que consumiram mais magnésio tiveram um risco 31% menor de desenvolverem diabetes, se comparadas com as que ingeriam menor quantidade de magnésio em suas dietas. Os alimentos ricos em magnésio, especialmente os grãos integrais, se mostraram como os mais adequados em relação à redução dos riscos.

 
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